quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
“Ei garçonete, faça-me o favor, já sei o que quero, desejo um café e um amor, por favor, creio que será o ideal no momento, espero que o café esteja quente, ou melhor, fervendo, preciso de algo que aqueça minha alma, não zombe de mim. Pedi aos céus por ele, ele sim, meu amado, mas creio que minhas preces não foram atendidas, talvez algumas pessoas estejam precisando mais que a mim, pobre delas só de pensar que existem corações mais feridos que o meu, meu coração se aperta e desacelera. És nova moça, creio que teus sonhos estão florescendo agora, as curiosidades sobre os sentimentos a flor da pele, chega a soar frio e sentir aquele bela sensação de friozinho aconchegante na barriga, eu já fui assim, digamos que eu me exaltei um pouco em procurar respostas para o que se sente em quem não tinha respostas nem sobre quem realmente és. Mas não tenha medo, é imensamente lindo poder amar, desfrutar dos domínios que aquele alguém tem sobre ti, é prazeroso olhar nos olhos de alguém e se sentir em Marte ou Vênus sabe-se alguém como é lá, prefiro o termo “mundo da lua”. Assim que eu podia me sentir, acho que esse codinome é dado ao frenesi que o amor causa. Vá em frente, esteja linda para ele, imagine que aquele amor jamais irá acabar, diga a ele que quer dançar ou observar as estrelas, peça para que ele lhe leve a um encontro – cinemas são espetaculares para lhe fazer sentir em um filme de Hollywood – você vai gostar, e agradeça se ele abrir a porta para ti. Eu errei, não faça como eu. Não peça por um café após inúmeras doses de um uísque barato, não implore por um amor do qual você jogou em um abismo.”
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