domingo, 22 de janeiro de 2012

Encho a cara sozinha aos sábados esperando o telefone tocar, e nunca toca. Sofro horrores mas 

continua tudo bem, sempre inventando histórias com final feliz. Tenho medo de já ter perdido 

muito tempo. Tenho medo que seja cada vez mais difícil. Tenho medo de endurecer, de me 

fechar, de me encarapaçar dentro de uma solidão – escudo. E à noite eu ainda te espero, 

mesmo quando sei que você não virá, só para ter saudade. 

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