Vício. De acordo com o dicionário, “hábito repetitivo de praticar certos actos; erro sistemático; mania”, já as pessoas, cada vez que esta palavra soa em seus ouvidos, em cada cabeça forma-se uma imagem diferente. Já na minha, vem você. Parece que nós dois temos vicíos um no outro, mas vícios de modos diferentes. Mas mesmo assim, continuam a ser vícios. No meu caso, você é meu vício que causa a adrenalina, a mesma sensação que se tem quando aproveita de alguma droga, você sente o prazer, sente o alívio, sente a adrenalina correndo pelas as veias, sente a felicidade, o problema, que como tudo que te envolve, é algo momentâneo. Para você sou como quando você traga seu cigarro, você aproveita, você também sente o prazer, você aproveita, sente a nicotina dentro de você, você gosta do que sente, mas quando cansa, junto quando seu cigarro acaba, você o joga no chão, pisa para apagar a brasa que ainda falta, e vai embora. Enquanto eu fico no chão, machucada, com uma fumaça ainda de esperança que as coisas mudem até que você pegue seu próximo cigarro.

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