quinta-feira, 29 de setembro de 2011
E dai se eu mudei? Mudanças são necessárias, mudanças fazem parte. Não vou ser otária, burra, idiota para sempre. Aprendi da pior maneira possível, que é errando que se aprende, foi o que você fez, mas pelo visto não aprendeu. Quando você vai mudar esse seu jeito tão bobo? Se te amo, não te trocaria por nada, e você se me amasse também não. Mas, não foi bem assim, não contigo. Tu mudou, não só você, todos ao teu redor também, e quer saber? Cansei de servir de boba para quem não merece o meu apoio em certas coisas, e também não necessita da minha confiança, não como antes. Aprendi que recomeço, existe apenas em jogos, e saiba que minha vida não é jogo, é realidade.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Vício. De acordo com o dicionário, “hábito repetitivo de praticar certos actos; erro sistemático; mania”, já as pessoas, cada vez que esta palavra soa em seus ouvidos, em cada cabeça forma-se uma imagem diferente. Já na minha, vem você. Parece que nós dois temos vicíos um no outro, mas vícios de modos diferentes. Mas mesmo assim, continuam a ser vícios. No meu caso, você é meu vício que causa a adrenalina, a mesma sensação que se tem quando aproveita de alguma droga, você sente o prazer, sente o alívio, sente a adrenalina correndo pelas as veias, sente a felicidade, o problema, que como tudo que te envolve, é algo momentâneo. Para você sou como quando você traga seu cigarro, você aproveita, você também sente o prazer, você aproveita, sente a nicotina dentro de você, você gosta do que sente, mas quando cansa, junto quando seu cigarro acaba, você o joga no chão, pisa para apagar a brasa que ainda falta, e vai embora. Enquanto eu fico no chão, machucada, com uma fumaça ainda de esperança que as coisas mudem até que você pegue seu próximo cigarro.
É estranho porque aquela sensação de que falta alguma coisa não sai de mim. E tudo continua tão normal. Continuo indo aos mesmos lugares, fazendo as mesmas coisas, dormindo no mesmo horário de sempre. Tenho os mesmos costumes, os mesmos vicios, os mesmos rancores. Está tudo tão igual, mas aqui dentro, algo me corrói lentamente. Algo tão forte que nada do que eu faço ameniza o que eu sinto. É como se faltasse um pedaço pra ficar bem, é como se eu precisasse de uma resposta pra ao menos, seguir em frente. Como se eu precisasse te encontrar no mesmo final de tarde cinzento de sempre, pra ouvir as mesmas histórias de sempre, e te contar as mesmas coisas de sempre. É como se eu precisasse sentir novamente. Pra notar que ‘o de sempre’ ainda permanece vivo em nós.
“A verdade é que, enquanto você estiver assim, nessa interminável agonia, esperando notícias que nunca chegam, vai deixar passar várias possibilidades interessantes ao seu redor. Claro, ninguém se compara a quem você aguarda, mas quem você aguarda não está disponível no momento. Poderá, inclusive, nunca estar, apesar de tudo o que foi dito naquele dia. Pessoas que somem não são confiáveis.”
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