Conheço tuas dores, amor. Fica aqui. Eu não ligo. Não me importo se és fruto de um passado cavernoso, sombrio, desregrado. Mas não fuja de mim. Receio tão poucas emoções… Não temo tua infelicidade, não temo abrir tuas portas, não temo o escuro, não temo perder-me entre as árvores e os bosques e os teus segredos. Mas não me deixe, amor, que este é o caminho verdadeiro para meu tumulto. Ensina-me como é o ato de superar, que te ajudo a ficares ainda mais forte. Não some. Estou aqui sempre, esperando que te aceites como eu te aceitei. E que aceites o fato de eu ter te aceitado. Amor, não corre de mim. Amor, não corre de ti mesmo.

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